Oficinas Terapêuticas

Para tornar possível pessoas com Transtornos do Espectro Autista participarem efetivamente do mundo ocupacional e profissional, a Casa da Esperança desenvolve uma série de ações continuadas de educação profissional, preferencialmente voltadas para áreas ocupacionais que a pesquisa demonstra serem áreas em que, potencialmente essa clientela pode sair-se excepcionalmente bem. 

Missão do Programa

A missão do Programa de Educação Para o Trabalho é “Implementar estratégias de inclusão de estudantes com transtornos do espectro autista no mundo do trabalho, através de oficinas otimizadas temática e metodologicamente para essa clientela, do fomento ao incentivo de suas famílias e organizações contratadoras, bem como da garantia do acompanhamento dos estudantes e da promoção do monitoramento integral deste processo, para a garantia de sua estabilidade e continuidade”.

Tais áreas incluem as artes gráficas, incluindo serigrafia e pintura em tela, e tarefas que demandam atenção aos detalhes, como diversas formas de artesanato. Outras áreas importantes são a feitura de lanches e o aprimoramento musical.

Esta última área merece destaque, na medida em que diversas pessoas autistas demonstram deleitar-se com música, favorecendo a melhoria de estados de responsividade e regulação emocional, bem como a aprendizagem musical efetiva. Tanto há emprego terapêutico como pedagógico da música, e no momento em que este texto está sendo escrito, diversos desenvolvimentos deste tipo estão em curso, tanto no programa de Educação para o Trabalho, como transversalmente em todos os outros programas da Casa da Esperança.

ANIVER DIEGO 2012 MANHÃ  (33) MODIFICADAS

Outra área de enorme importância é a informática, que, analogamente à musica, tem propósitos tanto terapêutico como pedagógico. A pesquisa e a experiência demonstram que pessoas com autismo aprendem a escrever mais facilmente em ambiente computadorizado; Que a interação com computadores pode ampliar suas capacidades de comunicação, se explorada de maneira hábil; Que muitos deles têm na programação de computadores um hobby ou mesmo uma profissão rentável.

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