Baixe aqui a Cartilha “A história de Pedro – perguntas e respostas sobre o Autismo e a Lei 12.764/2012”

Dentro da programação comemorativa do Dia Mundial do Autismo, foi lançada a cartilha “A história de Pedro – perguntas e respostas sobre o Autismo e a Lei 12.764/2012″. O lançamento fez parte da programação comemorativa do Dia Mundial da Conscientização do Autismo, celebrado no dia 2 de abril.

A publicação, de autoria da diretora da Instituição, Fátima Dourado, foi produzida pelo gabinete do senador Inácio Arruda (PCdoB – CE) e deve ser distribuída gratuitamente em todos os estados brasileiros, a começar pelo Ceará, em escolas públicas, hospitais infantis, instituições e comunidades em geral.

De acordo com Fátima Dourado, o maior problema do autismo hoje é o preconceito e a desinformação. “A cartilha foi uma forma simples e objetiva que encontramos para passar para as pessoas as dificuldades enfrentadas pelos autistas nos primeiros meses de vida e ajudar as mães a fazer o diagnóstico precoce”, afirma.

Presente na cerimônia, o senador Inácio Arruda conta que a criação da cartilha é fruto de uma reivindicação das famílias e instituições que tratam de pessoas com autismo. “A gente espera que essa cartilha promova uma transformação social e a conscientização da sociedade. Todo autista tem o direito de frequentar a escola e os governantes precisam assumir essa responsabilidade e implementar políticas que assegurem o direito dessas pessoas”, discursa.

Responsabilidade Social

Para abrir a cerimônia de lançamento da cartilha, autistas da Casa da Esperança, instituição de apoio para pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo, fizeram apresentações musicais para animar a plateia, composta tanto pelos próprios membros da Casa, como por amigos e familiares.

O destaque da manhã foi o cover caracterizado do cantor Elvis Presley, protagonizado por Tiago de Sandes, 38, diagnosticado quando criança com o termo utilizado na época, “autismo clássico”. De acordo com a mãe de Tiago, Teresa Sandes, a população precisa estar informada para haver respeito com os autistas. “A exclusão e o preconceito ainda é grande, infelizmente. As pessoas precisam começar a olhar o autista não como um incômodo na sociedade, mas como pessoas que têm uma deficiência e precisam ser respeitadas”, explica.

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